Ao final de 2019, o primeiro ano da presidência Jair Bolsonaro, a posição na tabela da economia é intermediária, nem títulos, nem rebaixamento. Não é o suficiente para o ministro poder dizer que a taxa de juros de 4,5% ao ano, que todo mundo adorou, está assentada. No próximo ano vamos saber se essa ortodoxia fiscal toda é para valer ou é só garganta. Esse ritmo de criação de empregos, ainda que melhor que o de antes, estabelece uma redução do desemprego muito lenta. Resposta: 2,5% ao ano mais ou menos, com hipóteses razoáveis sobre população, sobre os EUA e a produtividade.
Source: O Estado de S. Paulo December 29, 2019 06:45 UTC