Investigado há três anos, esse grupo criminoso foi responsável pela importação de mais de US$ 300 milhões em produtos neste período. Embora a matriz seja em Porto Alegre, esse grupo mantém filiais em Itajaí para se beneficiar de créditos de ICMS fornecidos pelo governo catarinense. — Por exemplo, a empresa importadora comprava um produto por R$ 100, mas declarava venda de R$ 30 à loja. Ela servia apenas para que o grupo vendesse para si mesmo declarando valor menor (por isso, pagando menos IPI). Como elas adquiriam os produtos da distribuidora sediada em Santa Catarina, configuraram como compradoras nacionais, e não importadoras, o que reduz sua responsabilidade perante o consumidor.
Source: Zero Hora October 25, 2016 10:16 UTC