Rio de JaneiroA Procuradoria-Geral da República analisa a delação já homologada na Justiça em que o advogado José Antônio Fichtner afirma ter sido “laranja” do deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG) na compra de um imóvel em Santa Catarina. Fichtner disse ao Ministério Público Federal que, após alguns anos, sentiu-se incomodado com o papel de “laranja”. Segundo José Antônio, seu irmão afirmou a ele que essa parte do dinheiro tinha como origem sobras de campanha eleitoral de Cabral. Afirmações são 'absolutamente falsas', diz defesa de tucanoO advogado Alberto Toron, que defende Aécio, afirmou em nota que as afirmações de José Antônio Fichtner são “absolutamente falsas”. Procurado, o advogado Flávio Mirza, que representa José Antônio Fichtner, não respondeu aos questionamentos da reportagem.
Source: Folha de S.Paulo May 17, 2021 12:56 UTC