No documento — enviado à Corte em 13 de outubro passado, mas que estava sob sigilo —, Aras reconhece que Bolsonaro revelou documentos sigilosos. "Os elementos colhidos demonstram a existência de anotações do selo de sigilo naquele procedimento, o que justifica a necessidade da manutenção da investigação, inclusive para se chegar à alegada atipicidade", escreveu o PGR. O inquérito contra Bolsonaro foi aberto pelo Supremo, em agosto do ano passado, após o chefe do Executivo divulgar as informações sigilosas em live e nas suas redes sociais. Caso ofereça ou não a denúncia contra Bolsonaro, é prejudicial nos dois sentidos para o presidente. Primeiro, porque ele não chegou a uma conclusão positiva para o presidente e, segundo, pela própria continuidade da investigação, que continua provocando um desgaste político para o presidente", frisou.
Source: Correio Braziliense February 01, 2022 17:19 UTC