É o primeiro brasileiro em três anos a chegar à competição –o último foi "Praia do Futuro", de Karim Aïnouz, em 2014. "E é um festival mais politizado e aberto ao público, uma arena maravilhosa para vermos a reação dos espectadores. "Ela trata das relações sociais na época, que é o que me interessava. É um caldo cultural que surge ali e que depois vai ser a base da nossa sociedade." "Eu mesmo quando era pequeno confundia Tiradentes com Jesus Cristo", lembra rindo o diretor.
Source: Folha de S.Paulo January 10, 2017 19:16 UTC