Pequenos comerciantes e prestadores de serviços trabalham com as portas fechadas ou semifechadas em São Paulo. Para não quebrar, os lojistas que não têm licença para vender alimentos ou itens essenciais apostam nas vendas por telefone ou internet. Ela conta que até mesmo as encomendas que já haviam sido feitas antes da crise causada pela pandemia do novo coronavírus ficaram prejudicadas. De lojas de artigos para decoração até perfumarias, o que se vê nas ruas é o mesmo. “Os pequenos comerciantes que não estejam vinculados a alguma plataforma, não têm estrutura para continuar suas vendas como outras empresas”, afirma.
Source: O Estado de S. Paulo March 23, 2020 21:33 UTC