O último caso, finalizado em fevereiro, envolve a compra de livros e jogos pedagógicos da empresa Mind Lab do Brasil, ao custo de R$ 14,4 milhões. Para a polícia, a contratação da Mind Lab como fornecedora teve falhas formais a fim de beneficiar e direcionar o negócio a esta empresa específica. Os investigadores apontam que servidores da Smed, com o aval da então secretária Sônia, articularam a compra a ser feita especificamente da Mind Lab. A análise de telefones apreendidos na primeira fase da Operação Capa Dura permitiu a localização de informações sobre o negócio da Smed com a Mind Lab. A disseminação de interpretações desconectadas desse contexto jurídico e institucional contribui para a desinformação e não reflete a realidade dos fatos nem o funcionamento regular dos mecanismos legais de contratação pública no Brasil.
Source: Zero Hora February 19, 2026 13:22 UTC