Após cinco meses de investigação, foram identificados os acusados de assassinar brutalmente a travesti Ágatha Lios, 23 anos, em 26 de janeiro deste ano. O crime ocorreu em uma central de distribuição dos Correios, em Taguatinga Sul, próximo ao ponto de prostituição onde Ágatha trabalhava. Toda a ação foi registrada pelas câmeras de vigilância do local, que a filmaram sendo executada a golpes de facão por quatro travestis que trabalhariam na região. O inquérito que apura a morte de Ágatha foi o primeiro no Distrito Federal a trazer impresso na capa o nome social, não o de registro. A decisão veio dos investigadores da Delegacia Especial de Repressão aos Crimes por Discriminação Racial, Religiosa ou por Orientação Sexual, ou Contra a Pessoa Idosa ou com Deficiência (Decrin), que apuram o caso.
Source: Correio Braziliense July 03, 2017 15:33 UTC