A ordem para queimar dois helicópteros usados pelo IBAMA na madrugada do dia 24 de janeiro partiu do empresário Aparecido Naves Junior, reportou André Borges no Estadão. O milionário também era dono de aeronaves utilizadas no garimpo ilegal de ouro em Roraima, destruídas recentemente por agentes de fiscalização. Junior esteve em Manaus dias antes do crime e, conforme apuração do Estadão, ofereceu R$ 5 mil para cada participante do atentado. Um dos helicópteros foi destruído, o outro sofreu avarias, e o prejuízo total gira em torno de R$ 10 milhões. Lana Pinheiro, na IstoÉ Dinheiro, questiona o que esses crimes ambientais têm de diferente da criminalidade que Bolsonaro prometeu combater quando tomou posse.
Source: O Estado de S. Paulo February 04, 2022 03:53 UTC