BRASÍLIA – O programa Pátria Voluntária, presidido pela primeira-dama Michelle Bolsonaro, repassou recursos para uma ONG contra aborto que atuou no caso da menina de 10 anos estuprada que teve sua identidade vazada antes de ser submetida à interrupção da gravidez, realizada em agosto deste ano. De acordo com dados divulgados pela Casa Civil via Lei de Acesso a Informação (LAI), o programa repassou R$ 14,7 mil à entidade. A entidade é recomendada por redes contrárias ao aborto em casos semelhantes aos da menina do Espírito Santo. As reuniões ocorreram enquanto o destino da menina e do feto era definido pela Justiça. De acordo com a Folha, a delegação enviada por Damares atuou para impedir o aborto da menina.
Source: O Globo October 02, 2020 08:03 UTC