O ditado africano corre pelas veias de Sonia Guimarães, 69 anos. Primeira mulher negra doutora em física no Brasil, ela conta que, pela cor e por estar em um ambiente majoritariamente formado por homens, já foi questionada diversas vezes. Entretanto, Sonia Guimarães nunca foi de desistir. Negada para conseguir uma bolsa de iniciação científica, já que “nunca iria usar física para nada”. Visto que por ser mulher e negra eu deveria ser menos inteligente e deveria estar limpando o chão da casa deles”, explicou.
Source: Correio Braziliense March 09, 2026 00:35 UTC