Daiello assumiu a direção-geral em janeiro de 2011, no início do governo Dilma Rousseff, foi mantido no de Michel Temer e já está no sexto ministro da Justiça. As duas principais delas seriam: escolher o sucessor junto com o ministro da Justiça, Torquato Jardim, e ele próprio anunciar o escolhido à opinião pública. Outra medida seria a realização de concursos e a oferta de treinamento internacional para novos quadros da PF. Só se fala na Lava Jato, mas, neste exato momento, a PF tem 473 operações especiais a pedido da Justiça Federal. O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, é de Anápolis.
Source: O Estado de S. Paulo July 04, 2017 06:00 UTC