Seara e JBS doaram R$ 3,4 milhões na campanha de 2014 ao então candidato à reeleição Raimundo Colombo. Executivos corruptos que assumiram pagamento de propina e que contam com o instituto da delação para não ver o sol amanhecer quadrado. Mas é preciso transparência total. O principal deles é aprovação da lei que permitia vender ações da Casan. Mas o fato de o negócio não ter sido concretizado é, também, um argumento bom para a defesa.
Source: Zero Hora May 19, 2017 23:03 UTC