Analistas criticaram o distritão como modelo eleitoral a ser adotado no Brasil, mas não houve consenso sobre uma alternativa – se o distrital misto, se o proporcional com lista aberta (usado atualmente), se a lista fechada. O outro voto, que é o da legenda, é fundamental para fortalecer os partidos políticos”, afirmou d’Avila. Para que passe a valer em 2018, a reforma precisa ser aprovada até outubro. O cientista político Cláudio Couto, da Fundação Getulio Vargas (FGV), disse que o distritão não pode ser considerado como um sistema de transição. De acordo com ele, a base do desenho tem de ser aquela que não sofra uma “tentativa de manipulação política”.
Source: O Estado de S. Paulo August 22, 2017 03:00 UTC