Não há hospitais, não há médicos, não há enfermeiros, não há medicamentos, não há respiradores, não há oxigênio, não há nada. O ensino híbrido, que deverá se consagrar depois da pandemia, vai permitir um redesenho da volúpia de construção de prédios, com inúmeras salas de aula que não serão mais necessárias. Ou tudo vai voltar a ser como antes: insensibilidade, egoísmo, narcisismo, todos os “ismos” que caracterizam esta era que Giles Lipovetsky chama de “hiper” ou de “era do efêmero”? Mas seremos bons alunos? *José Renato Nalini é reitor da Uniregistral, docente da pós-graduação da Uninove e presidente da Academia Paulista de Letras – 2019-2020
Source: O Estado de S. Paulo September 28, 2020 07:52 UTC