No entanto, o debate não está perdendo força e, inclusive, reacendeu conversas antigas sobre a relação da plataforma com músicos, especialmente em relação à política de royalties. Enquanto o Spotify insiste em colocar o caso no campo da liberdade de expressão, muitos apontam que a decisão envolve acima de tudo negócios. O Facebook, por exemplo, teve isenções especiais de suas regras para as pessoas mais prováveis de serem acreditadas: políticos e celebridades. Para analistas do mercado, o episódio com Young é a mais recente tensão no relacionamento complexo e frequentemente conturbado da empresa com os artistas. Professor na conceituada Berklee College of Music, em Boston, George Howard qualifica o Spotify como “um mal necessário”.
Source: O Globo February 02, 2022 21:00 UTC