Articuladores do pós-crise concluíram que caso o presidente Michel Temer aceita a ideia de renunciar, o substituto dele deve obedecer a um critério: não ter problemas com a Justiça. A avaliação é que o novo presidente não pode ser alguém que ‘fabrique crises’ ou ‘leve a crise com ele para o Palácio do Planalto’. Nesse sentido, nomes como o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), perdem força. A única certeza é que caberá ao Congresso defini-las. A hipótese de renúncia do presidente ganha força na medida em que são conhecidos os elementos da delação do empresário Joesley Batista.
Source: O Estado de S. Paulo May 20, 2017 17:03 UTC