RIO — Um estudo feito por pesquisadores japoneses das universidades de Tóquio, Kumamoto, Hokkaido e Kyoto demonstrou que a subvariante BA.2 da Ômicron é mais agressiva que a cepa original. Entenda: Vacina da Pfizer contra Ômicron será adiadaNa pesquisa, os cientistas observaram que a capacidade de reprodução da BA.2 é 1,4 vezes maior que a apresentada por BA.1. Muito se fala sobre o risco de a BA.2 superar a BA.1 como cepa dominante, como já ocorreu na Dinamarca, Índia, Filipinas e Cingapura. Um levantamento feito pelo Instituto Todos pela Saúde (ITpS) mostrou que ainda não há sinais de crescimento da subvariante BA.2, da Ômicron, no Brasil. Resistente a vacinas e a anticorpos monoclonaisOs pesquisadores testaram a resistência da BA.2 à imunidade gerada por vacinas e anticorpos monoclonais — anticorpos "prontos" que são usados como tratamento contra a Covid-19.
Source: O Globo February 18, 2022 06:35 UTC