Um estudo recém-lançado pelo Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) aponta que ignorar esta agenda é, além de um desprezo à ciência, um mau negócio. Uma janela que pode permitir ao país reordenar seu modelo de desenvolvimento em bases sustentáveis e reposicionar-se de maneira mais competitiva na nova agenda global que vai até 2030. Considerando o compromisso de restaurar e reflorestar 12 milhões de hectares até 2030, o plantio de espécies vegetais produtivas é uma dessas oportunidades, pois dá rápido retorno ao investimento. Definitivamente, a nova economia de baixo carbono é um bom negócio para o Brasil. Marina Grossi é presidente do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento SustentávelAnterior Donos da hashtag Próxima Sustentabilidade é bom negócio
Source: O Globo May 22, 2017 03:00 UTC