Sem esconder a irritação, Temer acusou o empresário Joesley Batista – dono da JBS que gravou conversa com ele – de cometer o “crime perfeito” e sugeriu anuência do Ministério Público numa gravação “fraudulenta”. “Ele não passou nenhum dia na cadeia, não foi preso, não foi julgado, não foi punido e, pelo jeito, não será. “O Brasil, que já tinha saído da mais grave crise econômica de sua história, vive agora dias de incerteza”, afirmou Temer. A defesa do presidente, comandada pelo criminalista Antonio Cláudio Mariz de Oliveira, pede a suspensão do inquérito no Supremo até que as gravações sejam avaliadas. O empresário também contou a Temer que estava comprando um procurador e “dando conta” de dois juízes para barrar uma investigação sobre empresa do grupo J&F, holding que administra a JBS.
Source: O Estado de S. Paulo May 20, 2017 18:48 UTC