Para a velha guarda das escolas de samba de Porto Alegre, a festa é muito mais que apenas o desfile. É trajetória compartilhada, senso de pertencimento e permanência. Uma história construída ao longo de décadas por homens e mulheres que começaram ainda crianças, quando os instrumentos eram mais pesados, os ensaios varavam a noite e o compromisso se provava na quadra. São 50, às vezes 60 anos de avenida. Gente que viu o Carnaval passar pelo Centro, que formou gerações na bateria e que segue presente, mesmo diante das mudanças de formato, público e estrutura.
Source: Zero Hora February 13, 2026 22:24 UTC