Mas disse à "New Yorker" que, embora tivesse supervisionado o contrato, não foi ele que escolheu a agência de investigação, e que não dirigia o trabalho de seus agentes. Uma de suas agentes se fez passar por uma potencial acusadora de Weinstein para obter duas reuniões com Ben Wallace, um repórter nova-iorquino que estava trabalhando em um artigo sobre Weinstein que não foi publicado. Kantor e a repórter da "New Yorker" que estava cobrindo o assunto, Ronan Farrow, também foram investigadas por outra empresa contratada por Weinstein, chamada PSOPS. Carr foi investigado a mando de Weinstein no começo dos anos 2000, quando estava trabalhando em um artigo sobre ele para a revista "New York". Sallie Hofmeister, porta-voz de Weinstein, negou que Weinstein tivesse contratado um investigador particular para obter informações sobre Carr, quando o "New York Times" perguntou sobre isso no mês passado.
Source: Folha de S.Paulo November 07, 2017 22:41 UTC