O dado significa que um em cada três consumidores brasileiros terminou o ano inscrito no cadastro de negativados, aumento de 700 mil casos, mas desaceleração em relação a 2015, quando a alta foi de 2,5 milhões de pessoas com nome sujo. Esses fatores contribuíram para achatar a renda dos consumidores, que se viram com dificuldades para pagar as contas em meio à recessão que afeta o país. "Isso quer dizer que o consumidor encontra mais dificuldade para se endividar e, sem se endividar, não pode ficar inadimplente", explica. Por regiões, o Sudeste possui o maior número de consumidores com nome sujo no país, com total de 24,23 milhões de pessoas (37,3% dos adultos da região). Entre as pessoas com idade entre 18 e 24 anos, a fatia cai para 19,38%, e entre os idosos, a proporção vai a 29,50%.
Source: Folha de S.Paulo January 11, 2017 14:48 UTC