CB Correio Braziliense(crédito: Tânia Rego/ Agência Brasil)Uma liminar concedida em 31 de janeiro pelo Tribunal de Justiça do Rio garantiu a uma advogada de 42 anos a tranquilidade que buscava para imunizar seu filho de 8 anos contra a covid-19 — o que ela fez no dia seguinte, logo de manhã. A advogada sabia que, como mãe, poderia entrar em qualquer posto de saúde e vacinar a criança, ignorando a notificação do ex-marido. O ex-marido a avisou que, se a mãe vacinar o filho de sete anos, usará isso como argumento na Justiça para obter a guarda unilateral da criança. “Juridicamente, é um debate inexistente; a lei diz que a vacina é obrigatória, que é um direito da criança. Ambos alegam que a “vacina é experimental”, o que não é verdade.
Source: Correio Braziliense February 05, 2022 19:52 UTC