Depois de vasculhar arquivos do computador por ele usado, a Polícia Federal encontrou textos sobre o Brasil e “projetos de lei” que o próprio esfaqueador escrevia. O algoz de Bolsonaro chegou a procurar no Congresso Nacional parlamentares que estivessem dispostos a encampar as propostas que rascunhava. Os indícios são de que ele agiu sozinho, talvez fora de juízo perfeito. Investigadores constataram que Adélio fez telefonemas para departamentos de recursos humanos de algumas empresas, procurando vagas. Não tem direito a banho de sol e só pode receber a visita de advogados.
Source: Folha de S.Paulo September 26, 2018 11:03 UTC