A quarta greve geral dessa gestão, iniciada em 2015, reuniu as duas principais agremiações de sindicatos do país, a CGT (Confederação Geral do Trabalho) e a CTA (Central de Trabalhadores da Argentina). Foram suspensos os transportes públicos, os serviços de aeroportos, os bancos, os postos de gasolina, as escolas, parte do comércio e a coleta do lixo. No final da tarde, os líderes sindicais deram uma entrevista dizendo que a adesão foi mais do que satisfatória. Os sindicalistas disseram que a greve desta terça-feira não será a última e que as medidas de força irão continuar. Na Argentina, a negociação paritária entre patrões e empregados leva em consideração o índice de inflação previsto pelo governo no começo do ano, que naquela ocasião era de 15%.
Source: Folha de S.Paulo September 26, 2018 03:17 UTC