Para resolver esse problema, várias dessas mulheres têm assumido a responsabilidade de organizar matinês voltadas especialmente para jovens com deficiência. Os bailes costumam reunir mais de 100 pessoas, entre as quais jovens com paraplegia, autismo, esquizofrenia e várias síndromes. Eles adoram, porque é uma oportunidade de ter uma sociabilidade com outros jovens que eles quase não têm. — Por exemplo, mesmo que não se trate de um aniversário, tem que cantar parabéns — conta Jussara. — Para eles, se não cantar parabéns, não é festa.
Source: O Globo November 06, 2017 06:22 UTC