A equipe econômica do governo de Jair Bolsonaro vê com bons olhos o novo capítulo da “guerra das maquininhas”, com redução de taxas e prazo de antecipação de recebíveis. Um exemplo dessa vigilância foi dada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) que já questionou a Rede, do Itaú Unibanco, sobre a ofensiva comercial, anunciada na semana passada. Uma possibilidade para compensar a antecipação em menos dias é o encarecimento das taxas cobradas no crédito à vista que, a despeito da guerra, continuam sendo cobradas normalmente. Na Rede, a mínima é de 2,64% para o pagamento em dois dias, mas pode superar 5% em alguns contratos. O acirramento na ‘guerra das maquininhas’ chamou a atenção até de um gigante de fast food que procurou a dona de sua maquininha para saber se estava pagando caro ao aceitar os cartões.
Source: O Estado de S. Paulo April 23, 2019 09:22 UTC