Diplomata e professor do Instituto de Ciência Política da Universidade de Brasília (UnB), ele atesta o diálogo entre a ex-mulher de Bolsonaro e o vice-cônsul Mateus Henrique Zóqui, apesar de informar que não participou diretamente do caso. O documento, ao qual o Correio também teve acesso, demonstra os detalhes das conversas entre Ana e representantes do Itamaraty. De acordo com o memorando, ao ser informada que poderia responder, no âmbito da Convenção de Haia, pelo sequestro internacional de menores, a advogada considerou que o vice-cônsul estava agindo em nome de Bolsonaro. Ana disse então que “ter deixado o Brasil há dois anos 'por ter sido ameaçada de morte pelo pai do menor' ”. De acordo com o próprio site do Itamaraty, o órgão não pode “interferir em questões de direito privado, como direitos do consumidor ou questões familiares”.
Source: Correio Braziliense September 25, 2018 21:30 UTC