Os pesquisadores vão soltar periodicamente os mosquitos contaminados nessas áreas, com o objetivo de substituir gradualmente a população de mosquitos de campo pelos com Wolbachia. A incidência passa a aumentar naturalmente, à medida que os insetos cruzam, e as fêmeas passam a bactéria às larvas. Com o tempo, a expectativa é que a maior parte ou a totalidade dos mosquitos urbanos seja portadora da bactéria. Na primeira localidade onde o projeto chegou, em Charitas, as análises da Fiocruz confirmam que 90% dos mosquitos, atualmente, estão modificados. E as análises semanais vão monitorar a frequência dos mosquitos com bactéria também na Região Oceânica.
Source: O Globo May 20, 2017 06:56 UTC