"Eu lamento que medidas que deveriam ser intempestivas não foram feitas no tempo certo. Detectamos o problema em agosto do ano passado. Mostramos que, diante da grave crise econômica, era preciso repactuar esses contratos", diz César Borges, presidente da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR) e ex-ministro dos Transportes durante a gestão de Dilma. Sobre a BR-153, concessão da Galvão Engenharia que teve a caducidade declarada pelo governo, Borges diz que se trata de uma situação diferente, porque a empreiteira, neste caso, não chegou a fazer intervenções na estrada. "A BR-153 nunca foi uma concessão de verdade, não foram feitas obras lá, nem se cobrou pedágio", disse Borges.
Source: Zero Hora November 06, 2017 10:30 UTC