Tarjas pretas foram dispostas sobre as menções ao nome do então chefe da Casa de Detenção do Recife. O caso foi revelado pelo grupo de pesquisadores Giro da Arquivo, da Universidade Federal de Santa Maria. Para o cientista político Paulo Sérgio Pinheiro, membro da CNV, da qual foi coordenador, a decisão judicial é "um absurdo". "A Advocacia-Geral da União, que deveria zelar pelo relatório da CNV, tomou a decisão temerária de fazer cumprir a decisão. 21, que diz que "o acesso a informações que tratem de condutas de violação de direitos humanos praticados por agentes públicos ou a mando de autoridades públicas não pode ser restringido".
Source: Folha de S.Paulo February 04, 2022 09:44 UTC