A farmacêutica União Química, que tem acordo com o governo russo para produzir a vacina no Brasil, pediu aval à Anvisa para uso emergencial em 15 de janeiro. Nesta semana, foi a vez de a EMA (Agência Europeia de Medicamentos) afirmar que não recebeu ainda solicitação para avaliar o imunizante russo. O estudo poderia ser usado pela União Química com a Anvisa, que considera a aprovação da vacina em outra agência de referência sinalização importante. Rosso e o presidente da União Química, Fernando de Castro Marques, tentaram candidaturas nas eleições de 2018. "Temos que ter garantia de ter a vacina, mas que seja segura e eficaz de acordo com os regulamentos internacionais e não de acordo com a vontade de hierarcas de plantão", afirmou.
Source: Folha de S.Paulo February 16, 2021 11:03 UTC