Quem conviveu de perto com Ali, porém, aponta que, em meio à pandemia e o recrudescimento de questões raciais e sociais, o mundo se beneficiaria de outra faceta do lutador: o símbolo do amor fraterno. Sua postura contra a Guerra do Vietnã, ao se recusar servir ao exército, custou-lhe sua licença de boxeador --e três daqueles que poderiam ser seus anos mais produtivos na carreira como atleta profissional. “Alguns dos melhores momentos da minha vida foram quando estive com o campeão, a melhor pessoa que conheci. Ali possuía tantas qualidades que faziam da Terra um lugar melhor, é certo que falta algo sem ele”, aponta Foreman. Foi, sem dúvida, uma das melhores experiências da minha vida.
Source: Folha de S.Paulo June 02, 2021 21:56 UTC