Steve Bannon chegou a Washington como guardião das promessas de Donald Trump e símbolo da maior delas: “drenar o pântano”. Manteve o espírito do texugo-do-mel, símbolo do Breitbart, o roedor que devora tudo o que vê pela frente. É um estilo eficaz para vencer eleições, não para lidar com pressões subterrâneas. Depois, ressentiu-se do livro Devil’s Bargain, em que Joshua Green dedica mais espaço a Bannon. Queria, segundo Kuttner, que “uma possível convergência de visão sobre a China superasse o fosso político e moral a respeito do nacionalismo branco”.
Source: O Estado de S. Paulo August 20, 2017 07:52 UTC