No folclore do jornalismo, corre a lenda de que, sempre que havia uma notícia importante, um repórter vinha da rua, irrompia na redação e pedia, aos gritos, para o editor-chefe mandar interromper a impressão: “Parem as máquinas!” funcionava como sinônimo de algo extraordinário, relevante, fora do rotineiro e usual. E tropicou diante de um rival brioso, que se esfalfa para livrar-se das últimas posições na tabela. Na situação em que se encontra, um ponto seria bem-vindo e festejado. Não é nada, não é nada, a queda da Bastilha alvinegra aumenta o interesse na rodada. Conversa conformista, por um lado, e enganosa, por outra.
Source: O Estado de S. Paulo August 20, 2017 06:00 UTC