A decisão gera indignação entre vítimas diretas da ditadura, testemunhas nos julgamentos e organismos de direitos humanos. Dois juízes da cidade de La Plata, no Sul da Argentina, autorizaram a prisão domiciliar de Etchecolatz, de 87 anos. Os ex-presidentes Néstor e Cristina Kirchner, que promoveram os julgamentos por crimes da ditadura, também não foram unanimidade nas organizações humanitárias. O secretário dos Direitos Humanos de Macri, Claudio Avruj, confirmou que não apelará mais das sentenças que concedem prisão domiciliar a criminosos da ditadura. O presidente da Suprema Corte de Justiça da Argentina, Ricardo Lorenzetti, prometeu que os julgamentos continuarão.
Source: O Globo August 22, 2016 20:48 UTC