A manifestação da forma silvestre em Minas Gerais confirma a hipótese de que o problema está em expansão. Os mais numerosos macacos-prego (Cebus) e micos do gênero Callithrix, como o mico-estrela, também têm sido mortos por febre amarela. Além disso, em dezembro passado, foi registrado um caso de febre amarela silvestre num morador da região de Ribeirão Preto. — Curiosamente, o ciclo da febre amarela silvestre foi descrito no Vale do Canaã, nos anos 30. Anterior Casos suspeitos de febre amarela em MG sobem para 152, com 47 mortes Próxima Surto confirma expansão da febre amarela no país
Source: O Globo January 17, 2017 06:30 UTC